16 novembro 2011

A importância do Pediatra na sala de parto

Os casais sonham com seu(s) (suas) filho(s) (as) ao menos durante os nove meses da gravidez e, a cada minuto que a data se aproxima, surgem diversas dúvidas e temores de como se dará o parto, como o bebê reagirá nos primeiros momentos, quando vai poder amamentar, que roupinhas deve levar, entre outras tantas aflições desse gostoso período.

Nesse tempo todo de gestação eles estão sendo acompanhados pelo(a) seu(sua) obstetra, que, com certeza, está monitorando todo o crescimento e desenvolvimento do bebê. Acontece que quando ele nascer é o PEDIATRA que vai acompanhar o neonato desde o primeiro minuto de vida e, para isso, faz-se fundamental conhecer com antecedência como tudo transcorreu até aquele desejado momento.

São poucas as pessoas, em muitas regiões, que buscam conhecimentos com o pediatra antes do parto e isso faz toda a diferença! O médico vai conhecer melhor aquela família, suas tendências e suas angústias com relação ao bebê. Também vai poder auxiliar na escolha do primeiro enxoval e da primeira receita.

Tão importante quanto conhecer a família, é atender o recém-nascido na sala de parto. esta é a melhor forma de diminuir a mortalidade infantil e combater os problemas causados por lesões neurológicas. Para se ter uma idéia da importância do tema, em 1994, no Brasil, das 87.304 mortes antes do primeiro ano de vida, 23% ocorreram devido à asfixia no nascimento.

O nascimento é um dos momentos mais importantes do ser humano. Do ponto de vista médico, envolve extraordinária adaptação orgânica realizada nos primeiros minutos de vida e que se traduz em mudanças circulatórias e respiratórias radicais:

Durante a vida intra-uterina, o feto não utiliza os pulmões para oxigenar o sangue e esta função é desempenhada pela placenta. Como os pulmões ainda não expandem, também não têm capacidade para tolerar todo o fluxo circulatório, que somente acontecerá quando sair do ventre materno. Nesse período o sangue é desviado da circulação pulmonar fetal através de um canal arterial e uma abertura entre os lados direito e esquerdo do coração. Logo após o nascimento e o corte do cordão umbilical, estes canais fecham-se e as artérias pulmonares dilatam-se: está apta a circulação pulmonar para a oxigenação do sangue. É um fenômeno complexo que se processa naturalmente, mas que, às vezes, pode precisar de supervisão e intervenção pediátrica preparada, em razão de eventuais complicações.

Nesta fase, o maior risco para o recém-nascido se dá quando, por qualquer razão, o fluxo placentário é interrompido (antes do nascimento) ou a atividade pulmonar demora alguns minutos para tornar-se operante (após o nascimento). Nestes casos, a oxigenação sangüínea é comprometida. É o que chamamos de anoxia neonatal.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria - SBP, “o nascimento é o momento mais perigoso para o ser humano em toda a sua existência, porque a chance de haver alguma intercorrência com lesão cerebral é maior nesse momento do que no resto da vida. Na verdade, vencer o nascimento de maneira saudável como ocorre com a maioria é um feito da natureza. Quando ocorre qualquer problema, a atuação do pediatra é fundamental. É muito importante a presença do profissional bem treinado para fazer o que é preciso da maneira mais rápida possível”.

Agora que você já sabe, não pense duas vezes para escolher o Pediatra que irá assistir ao nascimento de seu (sua) filho(a) e garantir o máximo de segurança para a saúde dessa pessoa tão importante que está chegando.

18 setembro 2011

Cuidado com as mamadeiras! Elas podem conter Bisfenol A!

As mamadeiras brasileiras, em especial aquelas feitas de policarbonato podem conter um composto chamado Bisfenol A (BPA). Especialistas descobriram que quando os objetos de plástico são expostos a altas temperaturas, como o aquecimento no micro-ondas ou no banho-maria, liberam a tal substância

Leia mais sobre esse produto:

Bisfenol A (BPA) é um composto orgânico com dois grupos funcionais fenol. É usado para fazer plástico policarbonato e resinas epóxi, juntamente com outras aplicações.

Conhecido por ser estrogênico desde meados de 1930, as preocupações sobre o uso do Bisfenol A em produtos de consumo foram regularmente relatados na mídia a partir de 2008, após vários governos divulgarem relatórios questionando a sua segurança, o que levou alguns varejistas canadenses e europeus a remover produtos que o contenham de suas prateleiras.

Um
relatório de 2010 dos Estados Unidos Food and Drug Administration (FDA) levantou preocupações adicionais sobre a exposição dos fetos, bebês e crianças pequenas. [1] Em setembro de 2010, o Canadá se tornou o primeiro país a declarar o BPA como uma substância tóxica. [2] [3] na União Europeia e no Canadá o uso BPA é proibido em mamadeiras [4].

O bisfenol-A está presente em muitos tipos de plásticos. Para identificá-lo, procure por um número na embalagem, geralmente gravado no fundo. Os plásticos de números 3 e 7 são os que trazem maior risco de liberarem a substância após o contato com líquidos aquecidos ou detergentes fortes. Os de número 5 não apresentam riscos. Existem também produtos com o alerta "livre de BPA", o que significa que ali não há bisfenol-A.

Referências:
  1. "Update on Bisphenol A for Use in Food Contact Applications: January 2010". U.S. Food and Drug Administration. 15 January 2010. Retrieved 15 January 2010.
  2. Canada Gazette Part II 144 (21): 1806–18. 13 October 2010. http://www.gazette.gc.ca/rp-pr/p2/2010/2010-10-13/pdf/g2-14421.pdf.
  3. Martin Mittelstaedt (13 October 2010). "Canada first to declare bisphenol A toxic". The Globe and Mail (Canada).
  4. EU to ban Bisphenol A in baby bottles in 2011 101125

20 julho 2011

Pediatra: uma espécie em extinção!

Hospital em MG não tem pediatras, mesmo com salário de R$ 16 mil

Unidade de saúde é a única credenciada junto ao SUS na região. Prefeitura de Santos Dumont se ofereceu para administrar o hospital.

Leia mais em: http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2011/07/hospital-em-mg-nao-tem-pediatras-mesmo-com-salario-de-r-16-mil.html

Servidores abraçam maternidade de BH em protesto por falta de médicos

Segundo sindicato, unidade está funcionando com metade dos leitos. Fhemig informa que segue normas e que há vagas para contratação.

Leia mais em: http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2011/07/servidores-abracam-maternidade-de-bh-em-protesto-por-falta-de-medicos.html

Descredenciamento de pediatras preocupa Secretaria de Saúde de Londrina

Leia mais em: http://londrina.odiario.com/londrina/noticia/444760/descredenciamento-de-pediatras-preocupa-secretaria-de-saude-de-londrina

21 junho 2011

Os Três “S” para o Sucesso: Superação, Sustentabilidade & Socialização

Para que as pessoas alcancem o sucesso existem inúmeros atalhos, todavia quase todas tentativas acabam se extinguindo no curto prazo. Via de regra as veredas do sucesso fácil apontam para alternativas únicas ou voltadas para si mesmo. Parece que a vitória individual deve prevalecer sobre os demais requisitos sociais.

Construir o sucesso pessoal deve levar em conta que aquilo que carregamos como bagagem cultural, técnica e de informação não basta para alavancar coisa alguma. É preciso muito mais, pois, caso contrário, ficaremos estagnados no mesmo patamar, longe do desejado sucesso e, o que é pior, cansados e até extenuados pelo simples tentar e não alcançar. Algo como ficar no trampolim de uma piscina, pulando, pulando e com medo de se jogar na água... o cansaço virá e o fracasso chegará junto.

O primeiro “S” fala em Superação, isso mesmo: uma SUPER-AÇÃO, vamos lá: ATITUDE. Saia da sua zona de conforto e enfrente seus medos: pule do trampolim. Quando mais tempo ficar procrastinando mais deficiente estará em relação aos seus concorrentes e mais distante do seu sonho. Superar é sinônimo de exceder, mostre a você mesmo que existe muito mais a dar do que simplesmente prometer e acreditar que isso basta. Não há espaço para medianos no patamar do sucesso!

Superação é foco, determinação e também transpiração, claro. Não imagine superar seus números sem esforço. Mas não pense apenas em extrapolar suas medidas sem um objetivo bem traçado e com as necessitadas alternativas para as mudanças de rota que, com certeza, virão. Não desista nunca!

Mas não basta mudar o jogo a seu favor sem pensar no coletivo, por isso e cada vez mais, precisamos pensar no mundo de hoje e naquele de amanhã. Assim, o segundo “S” fala de Sustentabilidade... não faça nada que vá se arrepender amanhã, especialmente se falamos em nome do planeta. As catástrofes, cada vez mais presentes, nascem de pequenas atitudes de muitas pessoas e que somadas transformam o belo de hoje em ameaça futura.

A Sustentabilidade está em todas as nossas atitudes, sejam elas voltadas para o meio ambiente, empresarial, familiar ou pessoal. Não gaste aquilo que não ganhou ou que pensa que vai ganhar, plante confiança e colha credibilidade! A sustentabilidade está na capacidade de preservar recursos e viabilizar que outros possam também se beneficiar daquela situação da mesma forma que você, com os mesmo prazeres e sorrisos. Não faça ninguém chorar!

Compartilhe! Fuja do isolamento! O sucesso exige ser compartilhado! As estradas para a vitória apontam para aproximação entre as pessoas, empresas, países, raças, credos e mundos. O meu amanhã depende do nosso hoje e não está escrito em lugar algum que faremos isso sozinhos. Permita que a vida se mostre por inteiro, com suas falhas e mazelas, não tenha medo de interagir.

Socializar significa tolerância e aceitação, não venha com dogmas e espante a discriminação, seja ela qual for. Mostre a todos o quanto você pode e é capaz, pois não existe sucesso para aqueles que só enxergam suas próprias convicções. Por isso, socializar também é sinônimo de mudança, não queira menos que isso: reinvente-se e entenda que a cada volta de tempo nós precisamos cada vez mais uns dos outros.

Aceite o desafio: supere-se, respeite e mostre seu lado relacional! Não importa o termo, qualquer um será um clichê para o próximo passo! Sucesso!

23 maio 2011

Como tratar a constipação de bebês em 9 passos

Muitos bebês recém-nascidos têm sua primeira evacuação 24 horas depois do nascimento. Mas os bebês que sofrem de constipação têm problemas com isto, ou evacuando com frequência insuficiente, ou por terem evacuações secas, duras, difíceis de eliminar. Muitos pais, quando têm que cuidar de uma criança que está chorando, e obviamente está desconfortável, acham que seu filho está com cólica. Mas, enquanto a cólica é uma condição comum, temporária, uma constipação grave pode ser perigosa para seu filho. É claro que, se o que seu filho tem é mesmo cólica, você certamente vai querer ter a sua cópia do e-book How to Survive and Thrive When Your Baby is Colicky. Este guia, para ter sempre à mão, contém uma imensa quantidade de estratégias para lidar com o problema, e idéias ótimas para os novos papais.

Crianças constipadas podem fazer muita força quando precisam evacuar, erguendo as pernas e resmungando, além de ficarem com o rosto vermelho do esforço. Pior, a eliminação de fezes duras pode causar um rasgo na parede retal, o qual poderá sangrar. Todos estes sintomas podem ser muito desconfortáveis para o bebê, e uma preocupação para você. Se o seu recém-nascido está constipado, eis algumas soluções para a constipação:

  1. Compreenda que durante os primeiros dias de vida seu bebê vai eliminar mecônio, que é uma substância verde escuro ou preta. Até o terceiro dia deverá começar a evacuação normal. Se as fezes do seu bebê não estiverem regulares, ou se ele ou ela ainda está eliminando mecônio, este poder ser um sinal de que talvez seu bebê não está recebendo alimento suficiente.
  2. Considere se você recentemente mudou de leite materno para leite industrializado. Esta também poderia ser a origem do problema.
  3. Se você alimenta seu bebê com mamadeira, experimente diferentes produtos para encontrar o que faz a sua digestão funcionar melhor.
  4. Mude os horários de alimentação, para dar ao bebê quantidades menores do produto para alimentação infantil, distribuídas em porções mais frequentes ao longo do dia. Isto permitirá ao organismo uma melhor digestão. Esta é uma solução comum para a constipação de bebês.
  5. Para os bebês que estão recebendo leite industrializado, tente adicionar uma mamadeira de água por dia para ver se isso ajuda, porque acrescenta mais fluido para o intestino.
  6. Para os bebês que estão recebendo leite industrializado, se você sentir que o ferro na fórmula está contribuindo para a constipação, fale com o pediatra sobre os prós e os contras de mudar para uma versão com menor quantidade de ferro, por um mês ou dois, e veja se isso ajuda. (Veja nota de precaução)
  7. Banhe seu bebê recém-nascido em uma banheirinha ou pia com água acima do nível do estômago. Enquanto seu bebê está relaxado, tente massagear o seu estômago e ver se isso estimula uma evacuação. Preste atenção! Não se surpreenda se o bebê evacuar na banheira. Esta ação frequentemente auxilia nos cuidados da constipação de recém-nascidos.
  8. Pergunte ao seu pediatra se é seguro para o seu bebê dar algum apoio suplementar. Alguns bebês respondem bem a supositórios de glicerina, glicerina líquida ou óleo de linho. Com o ok do seu pediatra, você pode misturar uma colher de chá de óleo de linho ao leite da mamadeira, ou insira um supositório quando o bebê mostrar sinais de estar precisando evacuar.
  9. Quando você introduzir alimentos na dieta do seu bebê, comece com opções como pêras amassadas e ameixas secas, que são ricas em fibra. Em vez de tentar cereal de arroz, opte por cereal de cevada, que não será tão constipante.
Precaução:

Estudos recentes mostraram que leites infantis enriquecidos com ferro não contribuem para a constipação da maioria dos bebês. Receber ferro suficiente é crucial no desenvolvimento do bebê, para prevenir anemia. Então, nunca mude para um produto com quantidades menores de ferro sem o consentimento de seu pediatra.

Dicas rápidas:
Se seu bebê está constipado, assegure-se de monitorar o quanto você o está alimentando, e quantas fraldas molhadas ou sujas a criança tem por dia. Estas são informações importantes para seu pediatra.

Artigo original em: http://www.comofazertudo.com.br/sa%C3%BAde-e-boa-forma/como-tratar-rapidamente-constipa%C3%A7%C3%A3o-de-beb%C3%AAs-9-solu%C3%A7%C3%B5es

22 maio 2011

Médicos pedem "morte" de Ronald McDonald

Em carta publicada nos principais jornais dos EUA, os manifestantes ainda exigem que a rede de fast food pare de promover produtos entre crianças

Nos Estados Unidos, centenas de médicos se uniram para tentar forçar o McDonald's a abandonar seu conhecido mascote, o Ronald McDonald. Em carta publicada nos principais jornais do país, os manifestantes ainda exigem que a rede de fast food pare de promover produtos entre crianças.

A divulgação do manifesto veio para coincidir com a reunião anual de diretores da companhia, que acontece em Chicago nesta quinta-feira, 19. O encontro também foi alvo de um grupo de religiosas, que pediram à rede que falasse publicamente acerca das "preocupações da opinião pública a respeito da relação entre fast food e obesidade infantil".

Já os médicos não querem apenas saber o ponto de vista do McDonald's, mas que o "McLanche Feliz" não seja mais acompanhado de brindes direcionados às crianças. A campanha vem sendo conduzida pela Corporação de Responsabilidade Internacional (Corporate Accountability International).

Em comunicado, a companhia defendeu tanto o palhaço mascote quando sua política de publicidade. "Como o rosto da Ronald McDonald House Charities (braço encarregado das atividades de caridade do grupo), Ronald é um embaixador a serviço do bem, que dá mensagens importantes às crianças sobre segurança, alfabetização e um estilo de vida ativo e equilibrado", afirma.

"Servimos alimentos de alta qualidade e nossos 'McLanches Felizes' propõem opções e variedade nas porções adaptadas às crianças."

O Brasil discute

Por aqui a publicidade dirigida às crianças também causa bastante polêmica, o que motivou um seminário, ocorrido na última terça-feira, 17, em que a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados debateu o Projeto de Lei nº 5.921/2001, que propõe alguma regulamentação nesse sentido.

Pesquisas internacionais apontam para a hipervulnerabilidade das crianças frente às relações de consumo, o que fez com que outros países criassem regras e limitações para mensagens comerciais dirigidas ao público infantil, a exemplo da Suécia, Inglaterra e Canadá.

Além do Instituto Alana, representantes do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC/MJ), do Conselho Federal de Psicologia, do Idec, da ANDI, do Conar, da Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap) e da Associação Brasileira das Empresas de Rádio e Televisão (Abert) também participaram do evento.

Com informações da agência AFP

17 maio 2011

Modernizando a Gestão Hospitalar


Muito vem se falando da informatização dos hospitais entretanto, muito pouco se discute sobre o que se está informatizando.

Na sua esmagadora maioria, os hospitais no Brasil tem um modelo de gestão, processos e organizacional muito antigos o que dificulta o processo evolutivo do mesmo enquanto organização e no que se refere a sua capacidade de resposta sob o ponto de vista assistencial.

À luz de modelos que estão pelo menos dez anos à frente do Brasil como, por exemplo, a Espanha, mais notoriamente a região da Catalúnia, percebemos o quanto ainda se pode avançar neste sentido, com resultados concretos muito relevantes.

E estes resultados se estendem também ao interno destas organizações facilitando enormemente o trabalho das equipes, melhorando a comunicação, otimizando os recursos internos o que se traduz em melhor qualidade de atendimento.

Metodologias tais como Gestão Clínica e Direção por Objetivos (DPO) são elementos chave nesta direção.

Neste texto, gostaria de falar sobre a DPO que já vem sendo implantada em alguns hospitais no Brasil, com resultados surpreendentes. Não tenho a pretensão de expandir em poucas linhas um assunto tão vasto e importante mas, sim, dar uma visão geral do assunto.

Tudo começa com a necessidade de se estabelecer objetivos para a unidade hospitalar, seja público ou privada, a partir de um planejamento de oferta e demanda de serviços devidamente contextualizado em determinada rede de saúde.

Colocado desta maneira, nada poderia ser mais óbvio porém, poucas administrações tem clareza destes objetivos que devem ir desde qualidade e produção até de gestão de recursos e satisfação dos funcionários.

Uma vez tendo estes objetivos claramente identificados, é fundamental que todo o hospital trabalhe nesta direção e, é neste ponto que vem a grande questão de como permear estes objetivos nos vários níveis da organização.

É onde entra a DPO cuja abordagem inteligente ajuda a organização a priorizar e concentrar os esforços numa direção comum, distribuindo de maneira lógica e factível os objetivos de cada área.

Sempre considerando as dificuldades e necessidades de cada equipe, estes objetivos devem se transformar em planos concretos, obedecendo as prioridades determinadas e apontando claramente o que estas iniciativas demandam tanto das pessoas, como de apoio da própria direção do hospital.

Calcado nestes planos, com recursos e prazos pactuados com as diferentes equipes, se inicia um processo de acompanhamento onde a identificação de gaps, inclusive de capacitação dos profissionais, é que permite promover os devidos ajustes.

Este processo acaba tendo um impacto muito positivo no desenvolvimento institucional do hospital, envolvendo e motivando os profissionais envolvidos.

A cada passo são identificadas necessidades específicas que são endereçadas ou que até levam a uma revisão nos objetivos, sempre buscando a melhoria mas, baseada na factibilidade dos mesmos.

Ao longo do tempo, não apenas as metas globais são atingidas como se tem um impacto organizacional muito positivo, com equipes mais coesas, treinadas e certas de estarem caminhando numa direção comum.

E outro benefício colateral é que, ao invés de se tentar informatizar o caos de processos que um hospital pode estar mergulhado, se tem um processo mais claro e ordenado de implantação, mitigando drasticamente os problemas de adoção de Sistemas de Informação e diminuindo a resistência dos profissionais ao uso de ferramentas de TI no âmbito assistencial .

Desta maneira, se pode atingir o verdadeiro objetivo de qualquer processo de informatização, a melhoria da organização... Não em um conjunto de slides mas, sim, na vida real!

Fonte: http://www.saudebusinessweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=150

 
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